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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Fantástico




Era silencioso o riso e a cena. Tudo envolvia-se nos pequenos movimentos. Não! Ela estava louca.


Viu acontecer um vislumbre negro no jogar dos cabelos. Negro-reluzentes. E os óculos só lhe emprestavam a magia que ela tinha dentro dos próprios olhos.

Precisava-lhe  todo, pertencia-lhe toda. 

Qual amar instantâneo, foi ali uma eternidade em que se viu dançando em rodopios de salão!




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Tomar um Tereré?

 
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